Frágil é uma ação ou um ato, que conversa com antigas práticas de teatro de rua ou de marionetes, o teatro profano, não raro com elementos de sátiras políticas, muito retratados na época medieval. Coerente com o tempo em que ocorre e ao tema a que remete, diferente do velho interlocutor, o ato é silencioso, obsessivamente concentrado no seu fazer, isolado, iludido em sua tentativa frustrada de confinar subjetividades e redes relacionais em estereótipos instituídos.